Políticas públicas do Governador Eduardo Riedel impulsionam combate à fome e garantem mais dignidade às famílias sul‑matogrossenses.
Programas sociais ampliados garantem alimentação digna, fortalecem famílias vulneráveis e impulsionam inclusão em todo o estado.
Eduardo Riedel diz lutar por fim da pobreza / Foto-Reprodução Governo de MS - arquivo.
O governo de Mato Grosso do Sul comemorou os resultados recentes relacionados à segurança alimentar e ao enfrentamento da fome no Estado. De acordo com os dados apresentados, 81,5% das residências sul‑matogrossenses vivem hoje em condição de segurança alimentar, percentual acima da média nacional.
O avanço é atribuído a políticas que combinam geração de renda, assistência social, fortalecimento da agricultura familiar e ações voltadas à educação.
Segundo informações divulgadas, a PNAD Contínua Segurança Alimentar, do IBGE, confirma essa evolução: em 2024, MS registrou índice superior ao do país, que ficou em 75,8%. O desempenho coloca o Estado entre os melhores do Brasil nesse indicador.
Ainda assim, o governador Eduardo Riedel ressalta que o problema não está resolvido. Cerca de 18,5% dos lares ainda enfrentam algum nível de insegurança alimentar, e 2,4% convivem com a fome de forma severa.
Para Riedel, enfrentar o tema exige mais do que programas de transferência de renda. Ele afirma que a segurança alimentar depende da união entre emprego, apoio social, agricultura familiar, permanência escolar e presença efetiva do Estado nas regiões mais vulneráveis.
As ações implementadas reúnem iniciativas da gestão Progressistas, como o Mais Social, o MS Supera, além de programas de incentivo à produção familiar e compras públicas via PAA. A ideia é integrar assistência, renda, educação e produção de alimentos, criando condições para que as famílias superem a vulnerabilidade.
Corumbá:
Um exemplo citado vem de Corumbá. A dona de casa Elaine Moraes viveu com a família em um barraco de lona até que o marido conseguiu emprego e ela passou a receber o Mais Social. Com isso, a compra de alimentos, leite e fraldas deixou de ser uma preocupação diária. Ela afirma que agora busca concluir cursos, trabalhar mais e melhorar de vida.
MS Supera:
O MS Supera atua garantindo que jovens de baixa renda não abandonem os estudos. O auxílio de R$ 1.621 é destinado a estudantes que atendem aos critérios do programa e estão matriculados em cursos técnicos ou superiores. Entre os beneficiados está Ana Vanessa, indígena terena, mãe solo de três filhos e estudante de Geografia.
Criada pela avó em Anastácio, ela conciliava trabalho e faculdade em meio a dificuldades financeiras. Ao ser contemplada logo no início da graduação, passou a usar o benefício para custear despesas da casa e da universidade. Ela brinca dizendo que o programa é “meu marido”, tamanha a importância que teve em sua trajetória.
A política de segurança alimentar também alcança povos indígenas e comunidades tradicionais, com ações emergenciais de distribuição de alimentos e apoio à retomada produtiva. As iniciativas incluem estímulo à produção de subsistência e ao fortalecimento da agricultura familiar, combinando resposta imediata e autonomia futura.
Especialista:
O nutricionista Emerson Duarte reforça que a alimentação é a base de todas as demais políticas públicas. Para ele, não há saúde sem comida adequada, nem aprendizado quando uma criança chega à escola com fome. O Estado mantém ainda o Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional e integra o SISAN, ampliando o planejamento e a articulação das ações.
Meta:
Riedel afirma que o próximo desafio é fazer com que os avanços cheguem às famílias que ainda enfrentam dificuldades. Para isso, defende ampliar renda, compras da agricultura familiar, permanência escolar, assistência nos territórios, oferta de equipamentos públicos e planejamento municipal. Segundo ele, é dessa forma que a política pública deixa de ser apenas uma sigla e volta ao seu propósito essencial: garantir comida na mesa das famílias.
Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.