Flávio Bolsonaro participa de reunião do PL ao lado de Azambuja e Contar na capital federal.

Lideranças discutiram rumos do PL e articulações para o cenário político nacional.

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Flávio Bolsonaro participa de reunião do PL ao lado de Azambuja e Contar na capital federal.

Capitão Contar e Reinaldo Azambuja (ao fundo) durante entrevista de Flávio Bolsonaro - Foto: Divulgação.

Candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar estiveram em Brasília nesta terça-feira (11) para participar do encontro “Senado forte, Brasil forte”, iniciativa articulada por Flávio Bolsonaro com o objetivo de ampliar a força do Partido Liberal (PL) nas eleições deste ano.

Durante conversa com jornalistas, Flávio afirmou que o partido pretende avançar em pautas como a redução da maioridade penal em casos de estupro e mudanças na Constituição Federal. Segundo ele, a renovação de dois terços do Senado em 2027 deve resultar em uma Casa “mais alinhada ao centro‑direita”, o que facilitaria alterações constitucionais.

Bolsonaro também reforçou propostas voltadas ao endurecimento das penas. Ele declarou que criminosos deverão permanecer presos por longos períodos e trabalhar dentro dos presídios para ressarcir financeiramente suas vítimas.

De acordo com o senador, tanto autores de crimes violentos quanto envolvidos em corrupção teriam de cumprir a maior parte da pena encarcerados.

Outro ponto destacado foi a intenção de classificar facções como PCC, Comando Vermelho e grupos de milícia como organizações terroristas. Flávio afirmou que, a partir de janeiro do próximo ano, pretende “declarar guerra aos narcoterroristas” e que dependerá do Congresso para avançar com mudanças na legislação penal.

De forma geral, o PL e aliados da direita têm como prioridade conquistar uma ampla bancada no Senado, o que aumentaria o poder de negociação e influência nas votações.

A meta anunciada pelo partido é eleger cerca de 30 senadores em 2026. Nesta semana, integrantes da família Bolsonaro e parlamentares do campo conservador reforçaram que ampliar o número de senadores é estratégico, já que cabe ao Senado analisar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal.

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Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.