Capitão Cortar vem com seu exército fiel formado em 2018 para as eleições de 2026.
“Uma jornada marcada por lealdade, estratégia e presença constante no cenário político sul‑matogrossense.”
A Força de 2018: Uma Análise Histórica do Movimento Político que Moldou o Capitão Contar.
O ciclo político iniciado em 2018 marcou uma das transformações mais intensas da história recente do Brasil. Foi um período em que discursos de renovação, combate à velha política e valorização de figuras com trajetória militar ganharam força nacional.
Nesse ambiente, emergiu um conjunto de lideranças que encontrou ressonância em parcelas expressivas da população — e entre elas, no Mato Grosso do Sul, destacou-se o então deputado estadual Capitão Contar.
O contexto nacional que abriu caminho para novas lideranças:
O ano de 2018 foi marcado por uma ruptura simbólica com padrões tradicionais da política brasileira. A crise econômica, os escândalos de corrupção e o desgaste das instituições criaram terreno fértil para movimentos que prometiam renovação e firmeza.
Nesse cenário, figuras associadas à disciplina militar e ao discurso de ordem passaram a ocupar espaço central no imaginário político. O eleitorado buscava algo diferente — e encontrou.
O surgimento de um “exército político”
A expressão “exército fiel”, frequentemente usada para descrever grupos de apoiadores surgidos naquele período, não se refere a uma estrutura formal, mas a um fenômeno social: a formação de comunidades politicamente engajadas, conectadas por redes sociais, eventos públicos e um sentimento de pertencimento.
No Mato Grosso do Sul, esse movimento se consolidou em torno de lideranças que representavam ruptura e firmeza. Capitão Contar, com sua trajetória militar e discurso alinhado ao espírito de 2018, tornou-se um dos polos de mobilização. Seu grupo de apoiadores, formado naquele período, manteve-se ativo, articulado e presente nos principais momentos da política estadual.
A consolidação do movimento ao longo dos anos:
Entre 2018 e 2022, o movimento que havia surgido como uma onda nacional se transformou em estrutura política regional. A presença constante nas redes, a participação em debates públicos e a construção de uma identidade coletiva fortaleceram esse núcleo de apoio.
Mesmo após o ciclo eleitoral de 2022, o grupo permaneceu mobilizado. Isso é um ponto importante: movimentos políticos que sobrevivem ao período eleitoral demonstram capacidade de organização e permanência — algo que historicamente diferencia fenômenos passageiros de forças políticas duradouras.
Campo Grande como palco simbólico:
A capital sul-mato-grossense sempre foi o centro gravitacional da política estadual. Convenções partidárias realizadas ali funcionam como termômetro da força de cada grupo. Quando o PL realizou sua convenção em Campo Grande, o movimento iniciado em 2018 reapareceu com intensidade.
A presença de apoiadores, a energia dos discursos e a mobilização digital mostraram que aquele “exército fiel” não apenas resistiu ao tempo, mas se reorganizou.
Para observadores da política regional, o evento foi interpretado como um sinal claro: o ciclo iniciado em 2018 ainda influencia a dinâmica do estado, e suas lideranças continuam sendo atores relevantes.
O papel de Capitão Contar nesse processo histórico:
Dentro dessa análise, Capitão Contar aparece como um dos personagens que simbolizam a transição entre o ciclo de renovação de 2018 e a fase atual da política sul-mato-grossense. Sua trajetória militar, sua entrada na política durante o auge do movimento e sua capacidade de manter engajamento ao longo dos anos o colocam como figura representativa desse período.
A convenção do PL, portanto, não foi apenas um evento partidário: foi também um reencontro entre uma liderança e o movimento que a impulsionou. Para muitos analistas, esse tipo de mobilização demonstra que o ciclo de 2018 ainda reverbera — não como repetição, mas como legado.
O movimento em perspectiva histórica:
Ao observar o fenômeno com distanciamento histórico, é possível identificar três elementos centrais:
Continuidade: o grupo formado em 2018 não se dissolveu; adaptou-se.
Identidade coletiva: há símbolos, narrativas e valores que mantêm o movimento coeso.
Capacidade de mobilização: eventos como a convenção do PL mostram que o engajamento permanece vivo.
Esses fatores explicam por que o movimento iniciado em 2018 ainda é relevante para compreender a política do Mato Grosso do Sul.
Conclusão:
O movimento político que ganhou força em 2018 não foi apenas uma onda eleitoral — foi a formação de uma identidade coletiva que atravessou anos, crises e mudanças.
Capitão Contar, como liderança surgida nesse contexto, continua sendo parte importante dessa história.
A convenção do PL em Campo Grande apenas reforçou um fato histórico: o ciclo de 2018 deixou marcas profundas, e seu “exército fiel” permanece como um dos elementos mais significativos da política sul-mato-grossense.
Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.