Subprefeito de Anhanduí Denuncia Perseguição Política e Exalta Avanços da Gestão Adriane Lopes.
Gestão sob pressão: aliados destacam que obras e resultados incomodam grupos que perderam espaço na administração pública.
Na manhã desta sexta‑feira, 19 de junho de 2026, marcou mais um capítulo tenso no cenário político de Campo Grande.
A operação da Polícia Federal, realizada na capital, repercutiu imediatamente entre lideranças comunitárias e representantes das sete regiões urbanas, que declararam apoio público à gestão da prefeita Adriane Lopes.
Para muitos, o episódio representa mais um movimento dentro de um ambiente de perseguição política que, segundo eles, vem se intensificando ao longo dos últimos anos.
Desde que assumiu a Prefeitura, Adriane Lopes — a primeira mulher a comandar Campo Grande com firmeza e coragem — enfrentou uma cidade fragilizada, com estruturas administrativas comprometidas e recursos escassos.
Herdou, como relatam seus apoiadores, uma máquina pública pesada, desorganizada e incapaz de responder às necessidades urgentes da população. Para reverter esse quadro, precisou tomar decisões duras, “cortando na própria carne”, reduzindo gastos, reorganizando setores e impondo uma nova lógica de gestão.
Essas medidas, embora necessárias para recolocar Campo Grande nos trilhos, despertaram resistências. E é justamente nesse ponto que muitos enxergam a origem da atual onda de ataques.
À medida que a cidade volta a respirar, com mais de 40 bairros recebendo pavimentação, obras avançando simultaneamente nas sete regiões e investimentos chegando onde antes não chegavam, surgem novas tentativas de desgastar a imagem da prefeita e de sua administração.
Na redação do Capital do MS News, o Subprefeito de Anhanduí, Elenilton Dutra, esteve presente na manhã de hoje para comentar os acontecimentos.
Em entrevista ao jornalista Bruno de Oliveira, ele foi categórico ao afirmar que o que está acontecendo “é perseguição política contra a prefeita Adriane Lopes”. Segundo Elenilton, há grupos que “não aceitam ter perdido a prefeitura para uma mulher” e que, movidos por ressentimento, tentam criar obstáculos para impedir que a gestão avance.
Elenilton reforça que nunca presenciou tamanha pressão sobre uma liderança feminina na política municipal. Para ele, parte dessa resistência nasce do incômodo de setores que, em gestões anteriores, usufruíam de altos salários e pouca produtividade. “A prefeita teve que enxugar ao máximo a máquina pública para colocar a cidade em ordem. Se não tivesse feito isso, não teria como administrar Campo Grande”, afirmou.
O subprefeito também destacou que essa perseguição não começou agora. Segundo ele, há muito tempo existem tentativas de prejudicar a administração, especialmente quando ações concretas começam a transformar a realidade dos bairros. “É só a cidade começar a melhorar que aparece mais uma armação para tentar desestabilizar”, declarou.
Apesar das turbulências, o discurso das lideranças comunitárias e regionais converge em um ponto: é preciso deixar a prefeita trabalhar.
Para eles, Adriane Lopes está entregando resultados que há décadas não eram vistos na capital — e isso incomoda quem se beneficiava do caos administrativo do passado.
O clima político segue acirrado, mas a mensagem transmitida por Elenilton Dutra e por representantes das sete regiões é clara: a gestão atual, mesmo sob ataques, continua avançando, levando obras, infraestrutura e dignidade para bairros historicamente esquecidos. E, segundo eles, nenhuma tentativa de desgaste político apagará o fato de que Campo Grande vive um novo ciclo — construído com firmeza, coragem e trabalho.
Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.