Rose Modesto defende medidas mais duras e investimento em educação para enfrentar o feminicídio em Terenos.

Rose afirmou que políticas educativas aliadas ao endurecimento das penas podem mudar o cenário de violência em Mato Grosso do Sul.

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Rose Modesto defende medidas mais duras e investimento em educação para enfrentar o feminicídio em Terenos.

Durante uma série de compromissos de campanha realizados no município de Terenos, a candidata à Câmara Federal, Rose Modesto, dedicou grande parte de sua fala a um dos temas que considera mais urgentes no Brasil: o enfrentamento da violência contra mulheres e a escalada de casos de feminicídio. Em diálogo aberto com moradores, lideranças comunitárias e apoiadores que participaram do encontro, Rose apresentou uma visão ampla sobre o problema e detalhou propostas que, segundo ela, precisam ser tratadas como prioridade nacional.

Ao ser questionada pelo público sobre quais caminhos considera mais eficazes para frear o avanço da violência de gênero, a candidata explicou que o enfrentamento não pode ser restrito ao poder público. Para Rose, o país só conseguirá reduzir os índices quando houver uma mobilização conjunta envolvendo famílias, escolas, instituições governamentais e toda a sociedade civil. Ela defendeu que a transformação começa dentro de casa, na formação das crianças, na construção de valores que promovam respeito, empatia e responsabilidade.

Rose reforçou que a educação é o primeiro pilar dessa mudança. Em sua fala, destacou que meninos e meninas precisam crescer entendendo que relações saudáveis não se constroem com agressões, ameaças ou controle, mas com cuidado e respeito mútuo. Para ela, a família desempenha papel decisivo nesse processo, pois é no ambiente doméstico que se formam as primeiras referências de comportamento. A candidata enfatizou que pais e responsáveis devem ensinar desde cedo que “ser homem” não está ligado à violência, mas à capacidade de proteger, apoiar e reconhecer a dignidade das mulheres.

Além da dimensão educativa, Rose Modesto abordou a necessidade de fortalecer o arcabouço legal que trata dos crimes contra mulheres. Segundo ela, o Brasil ainda falha ao oferecer respostas rápidas e firmes diante de casos de agressão, o que contribui para a sensação de impunidade e para a repetição dos ciclos de violência. A candidata defendeu o endurecimento das leis penais, afirmando que agressores precisam enfrentar consequências mais severas e que o Estado deve agir com rigor sempre que uma mulher estiver em situação de risco.

Outro ponto central de sua proposta é o fortalecimento das redes de acolhimento. Rose argumentou que, quando a violência já ocorreu ou está prestes a acontecer, muitas mulheres não têm para onde ir, não encontram apoio imediato e acabam permanecendo em ambientes perigosos. Para ela, ampliar abrigos, garantir equipes preparadas para atendimento humanizado e criar estruturas que funcionem de forma integrada com a polícia, o Judiciário e os serviços sociais é essencial para salvar vidas. A candidata ressaltou que nenhuma mulher deveria ser obrigada a escolher entre denunciar ou preservar a própria segurança — o Estado precisa oferecer alternativas reais e seguras.

Ao concluir sua fala, Rose Modesto reafirmou que o combate à violência contra a mulher exige compromisso contínuo, políticas públicas bem estruturadas e participação ativa da população. Segundo ela, somente com educação, leis firmes e redes de proteção eficientes será possível construir um país onde mulheres vivam sem medo e tenham garantido o direito fundamental à vida e à liberdade.

Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.