O Deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) diz Desespero da esquerda fala por si só, sobre quebra de sigilo de Lulinha.

Aprovação da quebra de sigilo de Lulinha terminou com pancadaria no Senado.

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O Deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS)  diz Desespero da esquerda fala por si só, sobre quebra de sigilo de Lulinha.

Deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS). (Divulgação, Câmara Federal).

Para o deputado Rodolfo Nogueira (PL), “o desespero da esquerda fala por si” após aprovação da quebra de sigilo do bancário de Fabio Luiz Lula da Silva, o Lulinha. A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS aprovou a medida nesta quinta-feira (26) e a sessão terminou em pancadaria no Senado.

“Se não houvesse nada a temer, não haveria tanta tentativa de barrar a derrubada do sigilo. A verdade é simples: quem não deve, não teme”, disse o deputado ao Jornal CAPITAL DO MS NEWS.

Deputado Nogueira considera que a aprovação na CPMI “é um passo legítimo para que os fatos venham à tona. Se houver irregularidades, que sejam apuradas com rigor, doa a quem doer, inclusive ao filho do presidente”.

Por fim, a reação após aprovação na Comissão “é uma corrida para tentar anular uma decisão tomada de forma democrática”. Nogueira acredita que “isso só reforça a importância da transparência. O Brasil não pode ter intocáveis”.

Quebra de sigilo
O relatório aprovado considera como um dos elementos mais importantes as menções de repasses de R$ 300 mil “ao filho do rapaz”, conforme conversas interceptadas pela Polícia Federal.

Para a investigação, trata-se de Lulinha, que seria um possível “sócio oculto” de Antonio Camilo Antunes, o “careca do INSS”.

Ainda, registros de viagem recolhidos pela PF mostraram que Lulinha e ‘Careca’ estiveram juntos em Lisboa, em novembro de 2024.

Os documentos anexados revelaram também que ambos teriam embarcado no mesmo voo, em assentos de primeira classe. Valores das passagens variam entre R$ 14 mil e R$ 25 mil.

Direita consegue quebra de sigilo de Lulinha e votação termina em pancadaria no Senado
Os materiais coletados foram reiterados em depoimento de Edson Claro, ex-funcionário do “careca do INSS”, à Polícia Federal. Ele afirmou que Lulinha recebia uma “mesada” de R$ 300 mil de Antunes.

O valor é citado em uma troca de mensagens entre Antunes e a empresária Roberta Luchsinger. Foi com ela que “Careca” afirmou ter de repassar R$ 300 mil para o “filho do rapaz”.

Lula busca blindagem diante da polêmica envolvendo o filho na investigação do rombo dos aposentados e pensionistas. Ele chegou a afirmar que, caso sejam confirmadas as acusações, Lulinha pagará o “preço”.

Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.