“O Caso do Filme de Bolsonaro: Empresa Privada, Dinheiro Lícito e a Narrativa Forçada da Globo lixo”.

“Entenda por que o financiamento do filme é legal, já foi investigado e não envolve irregularidades”

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“O Caso do Filme de Bolsonaro: Empresa Privada, Dinheiro Lícito e a Narrativa Forçada da Globo lixo”.

A discussão sobre o financiamento do filme baseado na biografia de Jair Bolsonaro tem sido usada repetidamente como munição política, muitas vezes sem que as pessoas entendam o básico: o filme foi produzido por uma empresa privada, com recursos privados, e isso já foi alvo de investigação oficial.

A conclusão? Não houve repasse irregular de dinheiro público, nem participação direta de Flávio Bolsonaro no financiamento. Mesmo assim, certos veículos de mídia insistem em recontar a mesma história como se fosse novidade.

É impressionante como, mesmo após investigações concluídas, ainda existe quem peça para “investigar de novo”, como se repetir o processo fosse produzir um resultado diferente. A empresa responsável pelo filme recebeu recursos da mesma forma que outras produções recebem, inclusive o próprio programa do Luciano Huck, que também teve repasses do banco Hill. Ou seja: um procedimento absolutamente lícito, previsto em lei, comum no mercado audiovisual e já amplamente utilizado por diversas produções brasileiras.

A narrativa que tenta transformar isso em escândalo não se sustenta quando confrontada com fatos. O que se vê é uma tentativa insistente de setores da mídia — especialmente a Globo, que muitos chamam de “Globo lixo” — de criar desgaste político para Flávio Bolsonaro. É como se buscassem qualquer brecha, qualquer detalhe, qualquer interpretação forçada para tentar associar o nome dele a irregularidades que já foram descartadas pelas autoridades competentes.

Essa insistência não é nova. Há anos, parte da imprensa tenta construir uma imagem negativa da família Bolsonaro, mesmo quando os fatos não corroboram as acusações. No caso do filme, a situação é ainda mais clara: empresa privada, dinheiro privado, repasse legal, investigação concluída, nenhuma irregularidade encontrada.

Ainda assim, alguns veículos insistem em sugerir que existe algo oculto, como se o simples fato de envolver o nome Bolsonaro já fosse suficiente para levantar suspeitas.

O público, porém, não é ingênuo. Muitos já perceberam que existe uma tentativa contínua de desgastar figuras políticas específicas, enquanto outras recebem tratamento bem mais suave.

A estratégia é conhecida: repetir acusações, distorcer fatos, insinuar irregularidades e tentar moldar a opinião pública por meio de manchetes sensacionalistas. Mas, nesse caso, não há nada a ser “revelado”, nada a ser “descoberto”, nada a ser “investigado novamente”. O processo já foi feito, já foi concluído e já demonstrou que não houve crime.

Por isso, quando alguém insiste nessa narrativa, parece que é preciso “desenhar” para explicar: – O filme é privado. – A empresa é privada. – O dinheiro é privado. – O repasse é legal. – A investigação já aconteceu. – Não há irregularidade.

A tentativa de transformar isso em escândalo não se sustenta. E, por mais que alguns setores da mídia tentem derrubar Flávio Bolsonaro com acusações recicladas, não vão conseguir, porque os fatos — e as investigações oficiais — não dão suporte às narrativas que tentam empurrar.

Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.