Moradores de Campo Grande podem enviar propostas para aprimorar bairros através do Orçamento Comunitário Participativo neste ano de 2026.

Iniciativa da prefeitura municipal incentiva a participação popular na definição de prioridades para cada região da cidade.

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Moradores de Campo Grande podem enviar propostas para aprimorar bairros através do Orçamento Comunitário Participativo neste ano de 2026.

A Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio do Sistema Municipal de Planejamento (SMP), convida a população a contribuir com sugestões para a definição das prioridades que irão orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

O documento estabelece as estimativas de receitas que o Município deverá arrecadar e fixa as despesas para o exercício seguinte.

As contribuições populares poderão ser enviadas entre 25 de março e 26 de abril, exclusivamente pelo endereço eletrônico: https://orcamentocomunitario.campogrande.ms.gov.br/ orçamento. Para participar, basta responder ao questionário disponível na plataforma.

A diretora-presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb), Berenice Maria Jacob Domingues, e o Secretario Darci Caldo da secretaria Especial de Articulação Regional destaca que o Orçamento Comunitário Participativo é um importante instrumento de transparência previsto no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental de Campo Grande (PDDUA) – Lei Complementar n. 341, de 4 de dezembro de 2018, e suas alterações.

“Nosso objetivo é ampliar a participação social, garantindo que a população tenha voz na discussão do orçamento municipal e na definição das obras e ações prioritárias.

É fundamental conhecer as demandas dos moradores. Por isso, convidamos todos a participar e contribuir para a definição dos investimentos prioritários para 2026”, afirma.

 
Como funciona o Orçamento Comunitário Participativo
Anualmente, a Coordenação do SMP promove a discussão sobre a priorização de obras, serviços e ações sociais que irão orientar a elaboração da peça orçamentária da Prefeitura.

A população indica suas prioridades e, posteriormente, os Conselheiros Regionais — representantes das sete Regiões Urbanas — votam as principais demandas de cada região.

O resultado é encaminhado aos órgãos e entidades competentes da administração municipal para análise e verificação da possibilidade de atendimento.

Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.