Gerson Claro ressalta expansão da bioenergia com inauguração de nova usina da Atvos no MS.

Parlamentar aponta que a nova unidade fortalece a matriz energética e impulsiona o desenvolvimento regional.

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Gerson Claro ressalta expansão da bioenergia com inauguração de nova usina da Atvos no MS.

O presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro, participou do lançamento da pedra fundamental da nova usina da Atvos, em Nova Alvorada do Sul - Luciana Nassar/ALEMS.

O ato que marcou o início da construção da nova usina integrada de etanol de cana-de-açúcar e milho da Atvos, em Nova Alvorada do Sul, evidenciou nesta quarta-feira (1º) o ritmo acelerado de Mato Grosso do Sul na área de biocombustíveis e na atração de investimentos voltados à bioenergia.

Durante a solenidade, o presidente da Assembleia Legislativa (ALEMS), deputado Gerson Claro (PP), destacou que o Estado atravessa uma fase de transformação, impulsionada pela industrialização do agronegócio, pela geração de empregos e pela ampliação da produção de energia renovável.

Segundo o parlamentar, Mato Grosso do Sul deixou de atuar apenas como fornecedor de matéria-prima e passou a agregar valor à sua produção por meio da expansão industrial e do fortalecimento da cadeia da bioenergia. “O Estado evoluiu de grande produtor agrícola para protagonista na industrialização, na criação de postos de trabalho e na atração de investimentos duradouros. A bioenergia representa esse novo momento, em que crescimento econômico, inovação e sustentabilidade caminham juntos”, afirmou.

O projeto da Atvos ultrapassa R$ 1 bilhão em investimentos e será a primeira unidade da empresa no Estado a integrar o processamento de cana e milho. A planta terá capacidade para moer cerca de 642 mil toneladas de milho ao ano, resultando em aproximadamente 273 milhões de litros de etanol, além de coprodutos destinados à nutrição animal e ao setor industrial. Na fase de implantação, a expectativa é de criação de cerca de dois mil empregos.

Atualmente, Mato Grosso do Sul ocupa a segunda posição nacional na produção de etanol de milho e segue ampliando sua presença no mercado de bioenergia, impulsionado pela chegada de novas indústrias e pelo avanço da produção agrícola.

Para Gerson Claro, esse cenário é resultado da combinação entre segurança jurídica, responsabilidade ambiental e políticas públicas voltadas à competitividade. “Quem investe aqui encontra estabilidade, infraestrutura crescente, capacidade produtiva e uma gestão comprometida com o desenvolvimento sustentável. Isso explica o interesse de tantas empresas em expandir suas operações no Estado”, ressaltou.

O presidente da ALEMS também enfatizou que os investimentos no setor sucroenergético geram impactos diretos nos municípios, fortalecendo o comércio, os serviços e aumentando a arrecadação local.

“Cada usina representa mais empregos, mais receita para os municípios e mais dinamismo para a economia regional. É um desenvolvimento que chega às pessoas e melhora a qualidade de vida das famílias sul-mato-grossenses”, afirmou.

Para o deputado, a tendência é que Mato Grosso do Sul consolide sua posição entre os principais polos brasileiros de bioenergia, acompanhando a crescente demanda global por fontes renováveis. “O mundo busca alternativas sustentáveis, e nosso Estado reúne todas as condições para liderar esse movimento no Brasil.

Temos vocação agrícola, tecnologia, capacidade industrial e um ambiente institucional sólido. A bioenergia é o futuro da economia verde, e Mato Grosso do Sul está preparado para continuar avançando”, concluiu.

Assessoria de Imprensa do CAPITAL DO MS NEWS.